10 Novas maneiras para ver TV fora da TV
>>>JOOST
Desenvolvido pelos mesmos criadores do Skype e do KaZaA, conta com mais de 46 mil vídeos, entre programas de televisão e filmes. Windows e Mac. | www.joost.com
>>>TVUPLAYER
O programa usa a conexão P2P, ou seja, quanto mais pessoas assistem a um mesmo canal, melhor a velocidade. iPhone, Mac e Windows. | www.tvunetworks.com
>>>MIVE.TV
O aplicativo busca e baixa para o celular vídeos de seis canais, entre eles YouTube, Reuters, Spike e Veoh. Symbian. | www.mive.tv
>>>VIMIO
Canais como Al Jazeera e BBC e Travel Channel são transmitidos diretamente ao celular. iPhone, Symbian, Windows Mobile e Java. | www.vimiotv.com
>>>SPB ONLINE
Além de dar acesso a canais de TV, o SPB disponibiliza centenas de rádios e mais de 500 sites de notícias. Windows Mobile. | www.spbsoftwarehouse.com
>>>SOPCAST
O usuário pode compartilhar sua programação. Utiliza a tecnologia P2P e conta com um recurso que permite ao usuário assistir aos vídeos em tempo real ou baixá-los. Linux, Mac e Windows. www.sopcast.com.
>>>VUZE
A plataforma de conteúdo de alta definição dá acesso ao acervo de grandes estúdios e produtoras independentes. Linux, Mac e Windows. | www.vuze.com
>>>MIRO
Software de código aberto, permite baixar vídeos de sites cadastrados. Utiliza RSS (que monitora a atualização de páginas) e Torrent para procurar vídeos de alta definição. Mac e Windows. | www.getmiro.com
>>>BABELGUM
Conteúdo por meio de streaming. Em 2007, promoveu o primeiro festival de cinema online dedicado a filmes independentes. Linux, Mac e Windows. | www.babelgum.com
>>>SNAGFILMS
Site com documentários de curta, média e longa metragem. Cineastas e distribuidores podem oferecer seus filmes. Linux, Mac e Windows. | www.snagfilms.com
Fonte: Galileu
O futuro da TV? Ver TV fora da TV.
“Esqueça os aparelhos estáticos. A nova vocação da televisão está em seguir o espectador por onde ele estiver“. (Revista Galileu)
No computador ou nas míni-telas dos aparelhos portáteis, o futuro da televisão aponta para um novo hábito: o de assistir TV fora da TV. Como este mundo em revolução está mudando a maneira como interagimos com imagens em movimento? A revista Galileu (04/09) trouxe uma excelente reportagem sobre o tema.
Do início das transmissões, em meados dos anos 20, à consagração dos grandes cubos como o meio de comunicação mais poderoso, a televisão foi capaz de fazer o mundo parar em frente à sua tela. Lançou modas, derrubou políticos e influenciou comportamentos. Agora é a vez de ela correr atrás do espectador. Sites como o YouTube, o Justin.tv ou o Ustream.tv impulsionaram esse novo jeito de assistir televisão. As vantagens são sedutoras. Perdeu seu programa favorito? Tudo bem, você pode assistir à reprise no portal da emissora. Quer ver uma comédia ou o jornal no celular enquanto se desloca de metrô? É possível também, já que as principais operadoras do país oferecem sinal digital para aparelhos 3G, tecnologia que possibilita a transmissão de dados em alta velocidade. Quer conferir aquele filme clássico do Chaplin mas está com preguiça de ir até a locadora? Entre no Joost. A qualidade dos programas cansa? Produza seu próprio conteúdo com o aplicativo Qik, que transmite ao vivo as imagens captadas pela câmera do aparelho. Você já tem um iPhone? Então por que não instalar o software Orb e acompanhar a programação dos canais abertos? (…)
AUDIÊNCIA ONLINE CRESCE
Nos Estados Unidos, as empresas estão se mexendo para combater um cenário negativo. Atingidas pela pirataria e pela multiplicação dos meios de assistir aos programas, as emissoras ABC, CBS, NBC e Fox perderam 2,5 milhões de espectadores entre fevereiro de 2006 e o mesmo mês de 2007. Produtoras já começaram a liberar títulos para sites como o Hulu, que traz o conteúdo de mais de 250 séries de TV.Enquanto isso, o público dos vídeos online só cresce. Segundo dados da empresa de pesquisa comScore, na França a audiência na internet aumentou 16% em janeiro: 27 milhões de pessoas assistiram sem baixar – ou seja, via streaming – e fizeram o download de 2,5 bilhões de vídeos. Na Alemanha, foram 28 milhões de usuários vendo 3 bilhões de vídeos em dezembro de 2008. Nos EUA, mais de 147 milhões de pessoas assistiram a 14,8 bilhões de vídeos (média de 101 por cabeça) em janeiro deste ano, um aumento de 4% em relação ao mês anterior. Só o YouTube abocanhou 91% desse aumento e ultrapassou os 100 milhões de usuários em solo americano. O site estima que a cada minuto 15 horas de vídeos são postadas em todo o mundo – o equivalente a 100 mil novos longas-metragens por ano.
O especialista Mike Elgan, colunista da revista Computer World, listou os principais responsáveis pela perda de espectadores: concorrência com a internet, popularização dos aparelhos de televisão de alta definição e o desinteresse pelas emissoras que ainda transmitem em formato convencional, com menos qualidade. (…)
No Brasil, uma pesquisa do Ibope de agosto de 2008 apontou para os congestionamentos no trânsito, o crescimento do número de usuários da web, as repetições e o excesso de comerciais entre os programas como os principais responsáveis pela queda de audiência das TVs paga e aberta, algo que vem ocorrendo desde 2006. Isso sem falar na própria qualidade de programação. Daniel Filho, diretor artístico da Globo Filmes, declarou recentemente não ser mais atraído por nenhum programa na TV. “Eu não ligo a televisão. A internet te bota no dia a dia do que está acontecendo. A TV já foi um ‘must’ nosso e hoje não é mais. Não vejo ninguém discutindo o capítulo ou o programa exibido no dia anterior. Ela não mexe mais com as pessoas, ficou morninha.”
E você ainda consegue ver TV como há 5 ou 10 anos? Está cada vez mais difícil se interessar por um veículo que ainda se comporta como se fosse “de massa”.
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