Telemultimidia

TV e Redação Multimídia em foco

Web 2.0 – a milionésima palavra em inglês

Um grupo de monitoramento da língua inglesa acaba de cunhar a milionésima palavra em inglês: web 2.0. O termo designa a nova geração de produtos e serviços da internet e foi incluído no vocabulário anglófono com base na freqüência em que apareceu nos meios impressos e eletrônicos nos últimos anos.

A decisão é do grupo Global Language Monitor (GLM), que rastreia quantas vezes um termo aparece na mídia. Quando uma palavra é usada 25.000 vezes, ela é reconhecida como tal. Nesse caso, algumas concorrentes de “web 2.0″ eram “Jai ho”, “Slumdog” e “N00b”. As primeiras apareceram no filme Quem Quer ser um Milionário? e a última se refere a novatos em jogos on-line.

Alguns lingüistas já se manifestaram contra a determinação do GLM, acusando a lista de neologismos de “pura publicidade” e ”não-científica”. Segundo os críticos, é impossível calcular a freqüência de uma palavra ou até mesmo determinar quantas vezes ela deve ser usada para ser reconhecida como uma novo vocábulo.

De acordo com o site do grupo, uma palavra inglesa é criada a cada 98 minutos, o que resulta em 14,7 novos termos por dia. O milionésimo primeiro já está lá. É “financial tsunami”, ou , em bom português, “tsunami financeiro”. É uma herança da crise financeira mundial.

Fonte: Veja.com

junho 10, 2009 Publicado por | Comunicação, Internacional, Internet, Leitura, Texto, Web | , , , | Deixe um comentário

“Morte da mídia” já tem até trilha sonora

Nos Estados Unidos a crise da publicidade e da mídia ganhou até trilha sonora: uma música de 9 minutos de partir o ♥: 

“Mad Ave Blues” (referência à Madison Avenue – movimentada avenida em New York) - em ritmo de ”American Pie”  - canção escrita por Don McLean em 1971 e regravada por Madonna em 2000. A letra original fala sobre “o dia em que a música morreu”, numa alusão ao trágico 3 de Fevereiro de 1959, em que Buddy Holly, Ritchie Valens e Big Bopper morreram num acidente de avião. 

Será a previsão do apocalipse midiático? Bem, Don não acertou ao falar em fim do rock, então ainda há esperança. Mas certamente os publicitários ou qualquer um do media business mais sensível pode até sentir os olhos lacrimejarem ( inclusive nós jornalistas – que amamos odiar propaganda). Vídeozinho criativo – e não é que essa música gruda na mente?! Muito boa a paródia… Trechinho:

A not so long time ago, I can still remember
How the big three used to give you reach
If you splurged on a TV spot
You brand could really gain a lot
At least that’s what they told in the speech
But the digital revolution felt like thunder
With every paper that went under
Bad news on the blogs
The industry’s gone to the dogs
I can’t remember if I cried
When Viacom’s lawsuit was denied
But something touched me deeep inside
The year the media died
So Bye, bye those big upfront buys
Pitched my client who was pliant
But the pitch didn’t fly
And old ad boys were drinking martinis dry
Singing “Tech has taken us for a ride”
“Algorithms got me cross-eyed”

junho 5, 2009 Publicado por | Carreira, Jornalismo, Mídia Americana, Mídia Eletrônica, Vídeo | , | Deixe um comentário

No ar…

Cobertura de acidente aéreo faz subir audiência das TVs

O acidente com o vôo AF447 mexeu com a audiência das TVs. Na Rede Globo, O “Jornal Nacional” bateu seu recorde de 2009 com 36,4 pontos, um número relevante para os últimos meses. O programa “Mais Você” também investiu no acidente e marcou 8,9 pontos, seu sétimo melhor Ibope no ano. O “Jornal Hoje” deu 14,4 pontos, quase o dobro de duas semanas antes. A Band mudou sua programação diurna. No início da tarde, exibiu “Sala de Emergência”, com Silvia Poppovic e José Luís Datena, e aumentou em 66% a audiência do horário. À noite, o “Jornal da Band” marcou 6,6 pontos, seu quarto melhor desempenho em 2009. A Record também investiu no acidente. Tratou dele no “Hoje em Dia”, no “Programa da Tarde” e antecipou o “SP Record” em quase duas horas. Na segunda-feira (01/06), a média de televisores ligados foi de 43,8% ao longo do dia, apenas um ponto percentual a mais do que na semana anterior. (Fonte: Folha de São Paulo)

Mylena Ciribelli não vai renovar com a Globo e deve fechar com a Record

Mylena Ciribelli e TV Globo não chegaram a um acordo e o contrato da jornalista com a emissora, que vence no dia 31/05, não será renovado. As informações do mercado dão conta de que a Record pode se manifestar sobre uma possível contratação da apresentadora. Ela deverá reforçar a equipe esportiva que terá muito trabalho pela frente. A Record comprou os direitos de transmissão dos Jogos de Inverno de Vancouver (2010), do Pan de Guadalajara (2011), da Olimpíada de Londres (2012) e dos Jogos Pan-Americanos de 2015. Profissionais que trabalham na Globo estão constantemente na mira da Record. As mais recentes contratações foram do repórter Vinícius Dônola, que trabalhou no Fantástico nos últimos quatro anos. Ele foi contratado para fazer reportagens para o Domingo Espetacular, Jornal da Record e Câmera Record. Desde março integra o novo núcleo de reportagens especiais da emissora no Rio, composto por novos editores, produtores e cinegrafistas, e por profissionais que já exerciam essas funções. Oscar Schmidt também deixou a Globo rumo à Record. (Fonte: Comunique-se)

junho 4, 2009 Publicado por | Jornalismo, Mídia Eletrônica, On Air, Telejornalismo, Televisão | , , , , | Deixe um comentário

Sorrindo para não errar: “circo da notícia”

Quer dar boas risadas e ao mesmo tempo tentar evitar a criação de verdadeiras piadas em forma de notícia? A coluna “Circo da  Notícia” de Carlos Brickmann une o útil ao agradável. 

Como…

De um grande jornal, falando sobre um jogo do Corinthians:

** “Jorge Henrique (…), Morais (…) e Otacílio Neto também erraram nos arremates corretos.”

Já os arremates incorretos foram altamente precisos. 

…é…

De um grande portal de notícias:

** “Gado é levado em assalto a fazenda em SP; 12 ficam reféns”

Deve ter sido a primeira vez em que usaram o estábulo como cativeiro. 

…mesmo?

De um grande jornal, de circulação nacional:

** “A mãe, Bruna Bianchi, brasileira, morreu em agosto de 2008, no Rio, no parto da filha caçula.”

Trata-se de um assunto doloroso – mas sempre que mulheres morrem no parto, é o parto do filho caçula. 

Extra

Um conjunto excelente de foto e legenda saiu num dos maiores portais noticiosos. Mostra o príncipe Harry, da Grã-Bretanha, no Marco Zero de Nova York, colocando flores numa cerca de arame. Diz a legenda: “Príncipe Harry visita Marco Zero e planta uma árvore”.

Sem um palmo de terra por perto. E bem no alambrado! 

O grande título

Uma belíssima safra, nesta semana. Comecemos pelo mais chocante:

** “Governadora-geral do Canadá come coração cru de foca”

O título choca não pelo coração (sarapatel também é feito de miúdos, embora não de foca), mas por ser cru. Mas talvez não nos deva chocar: o bispo Lugo, presidente do Paraguai, parece que gostava muito de comer carne crua.

** “Calma excessiva do Sol pode indicar nova era glacial”

E até a semana passada o problema não era o aquecimento global – exatamente o oposto?

O título favorito deste colunista, entretanto, é aquele que oferece mais leituras, especialmente a maliciosa.

** “A história inacreditável do furo perdido”

É a história de como o New York Times teve nas mãos a pista do caso Watergate, um pouco antes do Washington Post, e não soube aproveitá-la.

Mas que o título pode ser interpretado como aquilo que, nos tempos da vovó, chamava-se de “mau passo”, ah, isso pode.

junho 3, 2009 Publicado por | Jornalismo, Leitura, Texto | , , | Deixe um comentário

Leitura: comunidade de internautas revoluciona a televisão

Quando todo mundo tiver 100 megabits por segundo, pouco vai importar se a TV tem 500 canais” – Yahoo -

“Com a internet, o que era ‘audiência’ se tornou ‘comunidade’; o que era ‘espectador’ virou ‘usuário”, diz Silvio Meira, cientista chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar). Canais na web – As emissoras, produtoras e estúdios sabem disso e têm lançado portais de vídeo, com séries e filmes para servir esse espectador-internauta. Os exemplos mais bem sucedidos são o Hulu.com, o site da Fox e, no Brasil, o Terra TV e o Globo Vídeos.

junho 3, 2009 Publicado por | Internet, Leitura, Mídia Eletrônica, Televisão, Vídeo | , | Deixe um comentário

I ♥ TV

Apesar de tudo isso e muito mais… Nada melhor neste inverninho do que sentar diante da “telinha” (hoje tão em alta resolução), se munir de um controle remoto, e curtir um dia bem zapping no sofá…

junho 3, 2009 Publicado por | Televisão | | Deixe um comentário

Cobertura do desastre Air France 447: a importância dos infográficos

Fonte: Revista Época

Fonte: Revista Época

Um avião desaparece do mapa… Sobrevoava o Oceano Atlântico – mar selvagem – longe da terra… Como vai ser a cobertura da TV? Como mostrar aquilo que não pode se enxergar? Aquilo que ninguém fora da aeronave viu ou pode contar? Como explicar a milhões de pessoas que se identificam com o acontecimento o que pode ter causado o sumiço e provável queda da aeronave? Uma das repostas pode estar nos infográficos, nas animações, nas simulações baseadas em depoimentos de especialistas, rota planejada, mapas meteorológicos e mesmo suposições. Nessas horas em que não há o que se mostrar – o avião caindo, os restos do avião e mesmo a ação das buscas – esses recursos podem ajudar a preencher as lacunas de um fato “sem imagens”.  

A cobertura também se concentra mais nos símbolos, nos personagens que sofrem mais diretamente com o acontecimento, acaba sendo menos nua e crua e se torna mais emotiva. Mas nas explicações e nos aspectos mais técnicos são mesmo as simulações e os infográficos que substituem a ação real – finalizada em oceano profundo.

A cobertura do Jornal Nacional – no dia que sucedeu o desaparecimento – foi um exemplo dessa estratégia – as reportagens foram baseadas em gráficos, mapas e imagens “construídas”. E se não conseguiu diminuir os “mistérios”, foi eficiente ao tentar exibir hipóteses aos telespectadores. 

Al Thompkins dá algumas pistas de como elaborar e produzir gráficos inteligentes, que realmente enriqueçam o noticiário e principalmente que consigam se aproximar ao máximo da real situação: 

1. Compreenda primeiro, depois seja compreendido. Você entendeu claramente a história? A informação que voce tem faz sentido? É lógica, verossímel e confiável? Você conhece a fonte e a motivação da fonte que esta concedendo a informação? 

2. Qual é o contexto do gráfico? Se for sobre o aumento da queda de aviões, levante quais foram as causas desses acidentes. Se for sobre o aumento do número de crimes, apure onde este crescimento acontece. Como este aumento se compara com o padrão total do objeto?

Exemplo (adaptado):

Recife teve 50 homicídios este ano; João Pessoa registrou 25 casos. Recife é uma cidade que tem 2 vezes mais perigosa do que João Pessoa?

Recife tem uma população de 200.000 pessoas.
João Pessoa tem uma de 25.000 pessoas.

A taxa de homicídios em Recife é 50/20,000 (ou 1 em 4.000).
A taxa de homicídios em João Pessoa é 25/25.000 (ou 1 em 1.000).

Então na verdade, João Pessoa tem taxa de homicídios 4 vezes mais alta do que Recife. 

3. Perguntas mais sofisticadas produzem melhores gráficos. O aumento dos homicídios é 100% o resultado de um homicídio em massa (massacre) ou de muitas ações em diferentes áreas da cidade? O aumento representa uma elevação significante na criminalidade, ou partiu da taxa de uma pessoa morta por ano para duas por ano? Como você pode mostrar onde os crimes ocorrem na sua cidade? Muitas cidades têm zonas de crimes – não casos aleatórios que acontecem em qualquer lugar.

4. Pense em formas – não em números. É difícil ver a relativa natureza dos números quando eles aparecem tão rápido na tela da TV. Mas é fácil entender o aumento de um orçamento quando uma bolsa de dinheiro é exibida crescimento na tela. Imagine que você não tem palavras – que o gráfico é tudo o que o telespectador vê. Quão claramente eles poderiam entender o que você está tentando mostrar? 

5. Seja claro sobre a proposta do gráfico. Alguns gráficos reconstroem imagens factíveis como um experimento médico ou o sistema de um prédio. Outros ilustram o intangível como orçamentos ou a fusão de bancos. Questione. O que exatamente você quer que o telespectador aprenda com o gráfico? Você vai conseguir expressar em uma curta sentença: quero que os telespectadores vejam que o orçamento dobrou ou que os estupros acontecem com mais freqüência entre determinadas quadras da cidade. 

6. Pegue leve nos números.

Analise este quadro:

1997 54
1998 63
1999 71

Os números são simples mais não tão efetivos enquanto gráficos. Seus olhos tentam fazer cálculos mentais primeiro, depois observam a diferença nos números próximos a eles. De um lado para o outro e de um lado para o outro, são mais de 12 vezes para absorver a informação.

Um gráfico mais fácil de compreender pode ser:

1997 ———- 54
1998 ————- 63
1999 —————– 71 

7. Movimento é bom, mas use com cuidado. O gráfico acima pode ser efetivo se a linha aumenta enquanto os números são revelados. Mas tenha cuidado com o movimento. Faça coisas aparecer ou sumir na proporção exata do período de tempo que isso exige. 

8. Escreva após fazer o gráfico – não o contrário. Isto vai assegurar que o texto e o gráfico vão combinar perfeitamente.

9. Chame alguém para dar uma olhada. Deixe-os dizer ao que o gráfico os conduz. Não é diferente da edição de um texto.

junho 3, 2009 Publicado por | Cobertura Especial, Jornalismo, Jornalismo Gráfico, Mídia Eletrônica, Multimídia, Telejornalismo, Televisão | , , , , | Deixe um comentário

Tecnologia digital pode afetar qualidade e viabilidade econômica do jornalismo

A tecnologia digital está ameaçando a qualidade e o futuro comercial do jornalismo britânico, de acordo com um relatório da Reuters Institute for the Study of Journalism (RISJ).
O relatório ‘What’s Happening to Our News?’ (‘O que está acontecendo com nossas notícias’), baseado em experiências de 70 corporações, examinou o futuro comercial da captação de notícias (‘newsgathering’), o valor do ‘profissionalismo’ na era do blogging e como encarar os desafios enfrentados pela indústria.
“As bases econômicas do jornalismo moderno estão desmoronando devido às mudanças inéditas na escala e no caráter do consumo de notícias”, declarou Dr. Andrew Currah, autor do estudo.  
O professor da Universidade de Oxford concluiu que as pressões comerciais – causadas em parte pelo modelo de acesso grátis para maioria das notícias online – vão continuar a minar os modelos de negócios tradicionais usados para pagar o “newsgathering” e o limite de recursos disponíveis para a reportagem original.
“Editores correm perigo de serem reduzidos ao equivalente digital de um “windsock” (cone em forma de meia que se move indicando a direção das correntes de vento), moldado pelos súbitos caprichos dos consumidores de notícias”, declarou ele.

O estudo de Currah sugeriu que a prática dos sites de notícias em criar links externos para garantir tráfego ‘limita o valor do conteúdo de notícias para os anunciantes, o lucro da publicação de notícias e os recursos disponíveis para a profissão jornalística’.  
O levantamento também examinou como os editores tentam acompanhar o ‘clickstream’ (registro de links acessados pelos usuários na web) e recorrem para uma nova pauta de notícias moldada pela “barulho da multidão” – e como investigam os mecanismos que estão distorcendo a cobertura de notícias.
Apoiadores do trabalho de Currah sugerem que as conseqüências destas novas práticas podem ter um impacto severo na função do jornalismo na sociedade.
“Na era da informação em tempo real e de distrações ilimitadas, jornalistas não podem mais assumir que seu ‘profissionalismo’ tem um valor seguro. Continua difícil imaginar uma sociedade civil que funciona efetivamente ou um conjunto de cidadãos que podem cobrar a prestação de contas direta de seu governo, sem a viabilidade de uma mídia independente e confiável”, avaliou Tim Gardam da RISJ.
‘What’s Happening to Our News’ foi lançado no Oxford Media Convention no início deste ano.

junho 2, 2009 Publicado por | Carreira, Internacional, Internet, Jornalismo, Multimídia, Pesquisa, Web | , , , | Deixe um comentário

Repórter Junino – prática de cobertura jornalística

Alunos e profissionais ligados ao curso de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) lançaram a quinta versão do site ‘Repórter Junino’.

O projeto envolve mais de 700 participantes diretos e indiretos na cobertura jornalística do São João de Campina Grande – um espaço para que os estudantes desenvolvam a prática da profissão.

De acordo com a professora Gisele Sampaio, o objetivo do Repórter Junino não é fazer o mesmo trabalho da grande mídia, mas cobrir o que está por trás dos bastidores, fazendo um acompanhamento em making off de toda a estrutura e do universo midiático que é a festa junina.

Enquanto os futuros jornalistas preparam o conteúdo do site, os estudantes de Computação fornecem apoio ao desenvolvimento tecnológico, orientação sobre o design e funções do site.

As atividades do Repórter Junino serão elaboradas mesmo depois do dia 28 de junho, quando se encerra oficialmente o São João campinense, e podem ser conferidas no site www.reporterjunino.com.br.

junho 1, 2009 Publicado por | Carreira, Cobertura Especial, Internet, Jornalismo, Jornalismo Local, Jornalismo Paraibano, Web | , , | Deixe um comentário

Leitura: A crise nos telejornais e no ensino de telejornalismo

Cursos de jornalismo precisam mudar para sobreviver

Cursos de jornalismo precisam mudar para sobreviver

O jornalismo e a TV enfrentam uma de suas maiores crises: ”o modelo está desgastado, a audiência despenca e o público envelhece”. E qual o reflexo disso nas salas de aula? Aparentemente até o momento nenhum. Ou melhor, talvez o reflexo dessa atual produção seja o currículo engessado e o ensino precário na área. Círculo vicioso…

“o ensino de jornalismo ainda se baseia em modelos do final do século XIX e a maioria dos currículos das escolas de jornalismo segue as linhas tecnológicas do século XX.” (John Pavlik)

O assunto é tema de artigo do colunista Antônio Brasil.

junho 1, 2009 Publicado por | Carreira, Jornalismo, Leitura, Mídia Eletrônica, Telejornalismo, Televisão | Deixe um comentário

   

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