TV na Internet – Espectadores próprios
O consumo do audiovisual online não tira os olhos da tradicional televisão – é o que aponta um estudo do Leichtman Research Group.
O estudo descobriu que apenas 9% dos que assistem TV online dizem “acreditar com veeemência” que passaram a assistir menos a tradicional TV por isso. Apenas 4% expressaram forte interesse em se desligar da TV para assistir apenas vídeos online.
“O Vídeo Online emerge como um novo meio dentro dele mesmo —não apenas como uma cópia ou alternativa, para a tradicional recepção de TV” acredita Bruce Leichtman, analista do Leichtman Research Group.
O estudo também apontou que em casas onde tem serviço de banda larga, 31% dos adultos assistem a algum tipo de vídeo online pelo menos uma vez por semana, número acima dos 25% do ano passado.
Os mais jovens veêm em número maior. Entre os usuários que tem entre 18 e 34 anos, 42% disseram que assistem TV online pelo menos uma vez por semana, acima dos 28% do ano passado.
Concurso premiará matérias de estudantes de jornalismo
A Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU) lançou o 2° prêmio universitário ESMPU, voltado para estudantes de jornalismo de instituições de ensino superior credenciadas ao MEC.
O concurso reconhecerá as melhores matérias e reportagens sobre o Ministério Público da União (MPU), veiculadas em 2009 por mídias laboratório impressas, de rádio, de TV ou on-line. As reportagens podem tratar de qualquer um dos quatro ramos do MPU, que são Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Militar e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
O objetivo é estimular a produção jornalística sobre a atuação do MPU e, com isso, esclarecer a sociedade sobre o trabalho da instituição. Ao todo, dez estudantes serão premiados. São 10 prêmios, de R$ 5 mil e R$ 3 mil. Os prêmios de R$ 5 mil serão concedidos aos colocados em primeiro lugar de cada uma das cinco regiões brasileiras, enquanto os prêmios de R$ 3 mil serão concedisos ao segundo colocado de cada região.
As inscrições seguem até 29 de janeiro de 2010 e devem ser feitas através de formulário disponível aqui. A ficha deverá ser preenchida, impressa e em seguida enviada por correio, juntamente com a matéria, para Assessoria de Comunicação da Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU). Avenida L2 Sul, Quadra 603/604, Lote 23, CEP 70200-901, Brasília-DF.
Mais informações no site do 2° prêmio universitário ESMPU, onde pode ser encontrado o regulamento completo do concurso; Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI), telefone: (11) 2851-0699.
Fonte: Agência de Notícias UFPB/ Com informações da ABRAJI
Leitura – Semelhança entre França e Brasil: uma entrevista – às vezes – não é uma entrevista.
Eis uma leitura que já estava “empoeirada” no meu PC: uma excelente reportagem de despedida da correspondente americana do The New York Times na França, Elaine Sciolino: “Um guia sobre o Francês. Manuseie com cuidado”.
Frase inicial do texto: a proclamada pelo personagem de uma peça do poeta e dramaturgo Henri de Bornier – “Todo homem tem dois países, o seu próprio e a França”.
O guia escrito pela jornalista tem 8 lições de como sobreviver com classe na França: é divertido, inteligente, cheio de detalhes e peculiaridades curiosas – apesar de breve, oferece um panorama geral da cultura do país (pela visão americana, é bom ressaltar).
Cito as duas primeiras porque estão ligadas à prática jornalística – as outras ficam a título de curiosidade: só a “retranca”.
1: Olhe pelo espelho retrovisor.
Para começar a entender a França, você tem que olhar para trás. Os franceses são obcecados por História. Parte deste sentimento é uma afinidade genuína com o passado e um desejo de se apegar a glória perdida, parte de uma insegurança que vem da economia morna e o esforço de manter uma integração diante do crescimento da população Árabe e Africana. Nenhum aniversário é tão sem importância para celebrar. Em meu tempo aqui, a França sinalizou o vigésimo aniversário do naufrágio na França do navio do Greenpeace, “Guerreiro do Arco-Íris do, o ducentésimo aniversário do diploma de bacharel da escola secundária, o sexagésimo aniversário do biquíni e centésimo aniversário do sutiã. O centésimo aniversário de nascimento de Simone de Beauvoir foi celebrado com meia dúzia de biografias, séries de DVDS, três dias de simpósio acadêmico e uma cobertura da revista Le Nouvel Observateur.
2: Uma entrevista às vezes não é uma entrevista.
A paixão dos franceses por História não significa que sempre façam isto com precisão. Há muito tempo tem sido prática comum que jornalistas na França permitam que os entrevistados editem suas palavras. O sistema é conhecido como “Lido e corrigido”.
Peguei uma vez parte de uma entrevista com Jacques Chirac, quando ele era presidente, em que ele dizia que não seria de todo perigoso para o Irã ter uma bomba nuclear ou duas. Certamente esta não era uma posição dos franceses. Então um oficial do Palácio Élysée excluiu a transcrição e substituiu por esta: “Eu não vejo que tipo de cenário poderia justificar o recurso de proteção do Irã com uma bomba atômica.” A prática de reparar transcrições continua sob a presidência de Nicolas Sarkozy. Mês passado, o presidente se irritou quando um espectador se recusou a apertar sua mão em uma Feira anual de agricultura. (Uma tradução polida do que ele disse poderia ser, “Some daqui, imbecil estúpido!”). O incidente, capturado em vídeo, foi visto por milhões na Internet. De acordo com o jornal Le Parisien, no outro dia, Sarkozy teria expressado arrependimento em uma entrevista: “Seria melhor se eu não tivesse respondido a ele”. Mas o editor do jornal logo confessou que as palavras de arrependimento nunca haviam sido pronunciadas. Tinham sido editadas pelo Élysée Palace.
Vale a pena ler o artigo na íntegra em busca de explicações para estas outras lições:
3: O cliente está sempre errado.
É difícil para os comerciantes franceses admitirem que estejam errados, e aparentemente impossível para eles pedirem desculpas. Em vez disso, o truque é de alguma forma conseguir que a parte ofendida acredite que o erro foi seu.
4: Faca amigos com um bom açougueiro
Com a comida sendo tão importante na Franca, um dos homens mais importantes da sua vida deveria ser o açougueiro.
5: Beije, mas tenha cuidado com quem você abraça
Os franceses não precisam de desculpa para beijar.
6: Nao use roupas do “cooper” nem para comprar manteiga
Regras governam até as mais simples atividades. (…) Minhas amigas francesas disseram que roupas de caminhada (incluindo os sapatos) devem ser removidas assim que o exercício tiver terminado.
7: Se sentir é um estado de mente, ou: compre boa lingerie
Para mulheres francesas, ser sexy não tem nada a ver com a idade e tudo a ver com atitude. (…) Francesas gastam cerca de 20% do seu orçamento para roupas com lingerie. (…) Mulheres chiques preferem fazer peeling e hidratar a pele do que pintar o rosto. Muita maquiagem, elas dizem, faz a mulher parecer mais velha, ou pior, “vulgaire”.
8: Quando se trata de finesse, não há limite para as lições
Nunca use a palavra “toilette” quando perguntar aonde fica o banheiro feminino; tente evitar de ir até lá. Nunca diga “Bon appétit” no início de uma refeição. Não fale alto. Nunca discuta sobre religião ou dinheiro durante um jantar. Coma hambúrgueres, pizza, foie gras e sorbet com um garfo. Sempre diga “bonjour” para o passageiro de ônibus e os companheiros de elevador. “Pas mal” não significa necessariamente “Não tão ruim.” Pode significar “Ótimo!”
Leitura – Gay Talese
Gay Talese foi repórter do New York Times e escreveu para grandes revistas americanas, como Times, The New Yorker e Harper´s Magazine. Na Esquire, foi autor da melhor matéria já publicada pela revista: Frank Sinatra Has a Cold, considerada por Tom Wolfe como a criação do New Journalism. “Frank Sinatra Has a Cold” foi publicada em Abril de 1966 e foi considerada como uma das mais célebres reportagens do jornalismo norte-americano: um exemplo pioneiro do que viria a ser conhecido como “New Journalism” (“Novo Jornalismo”) – caracterizado por um trabalho de apuração de fatos rigorosa aliado a uma forma de narrativa anteriormente reservada a ficção.
Televisão – por Millôr Fernandes
Televisão – Maravilha tequinológica que levou ao extremo o barateamento da popularidade. Criando a glória prêt-à-porter.
Millôr Fernandes – (Dicionário Irrefletido, Veja, 30 de janeiro, 2008).
Você sabe fazer uma (boa) entrevista?
“Você já escutou algum colega entrevistando alguém por telefone? Se já, há chances de ter se contorcido na cadeira – ou quase morrido de rir”.
Pois é, de acordo com o excelente site britânico Press Gazette é raro encontrar um repórter capaz de conduzir uma boa entrevista, seja por telefone ou cara a cara. Por quê? Principalmente por falta de treinamento. Jornalistas são muito pouco treinados para desenvolver suas habilidades em uma entrevista – ainda que esta seja uma das ferramentas mais essenciais no “business” jornalístico.
Eis algumas dicas para afinar essa etapa da produção de uma reportagem:
- “Uma boa técnica de entrevista é identificar a fundação na qual a história é construída.”
Principais falhas dos profissionais:
• Abordagem superficial e ineficaz na entrevista.
• Muitas interrupções.
• Habilidade “pobre” de escuta.
• Falta de interesse nas vítimas. (Essa me chamou a atenção. Será que realmente prestamos atenção na vítima ou executamos apenas um ato mecânico. Me fez pensar).
- “Entrevistas que vão do inadequado ao completamente bizarro” (segundo o autor do texto – Cleland Thom, diretor de uma organização de treinamento em jornalismo, a Potential.GB.com):
“Lembro de uma garota me perguntando: ‘A mulher permanece morta?’. Outro garoto sequer tirou os olhos do computador, quando eu disse que meu filho tinha acabado de morrer… Ele não ofereceu conforto, não fez qualquer comentário. Deixou passar em branco. Bastardo sem coração”.
- Problemas mais comuns:
Evite perguntas fechadas. Muitos repórteres perguntam questões que podem ser respondidas com um sim ou não. E dizem para o editor: “Ele/ela não falava muito.” Perguntas que começam com “é”, “foi”, você fez”, “você vai”, e assim por diante são fechadas. É mais interessante questionar usando o “por que”, “o que”, “como” e “me diga”. Estas palavras vão produzir reações, opiniões e boas citações.
Errado: “Esta é a primeira vez que isso aconteceu com você?”
Certo: “Me diga sobre as outras vezes que isto aconteceu com você.”
Evite questões duplas. Fazer duas perguntas em uma. Isso confunde o entrevistado, que não sabe qual das duas responder primeiro: é comum esquecer a segunda na hora de responder a primeira, ou terminar não respondendo nenhuma das duas. Quando repórteres de rádio e TV fazem perguntas duplas, o entrevistado, invariavelmente, responde apenas a segunda e ignora a primeira.
Errado: “Como você se sente, e o que você vai fazer agora?”
Certo: “Como você se sente?”
“O que você vai fazer em seguida?”
Pesquisa o assunto (sujeito) primeiro – Não há nada pior do que não estar informado sobre o assunto, ou sobre a pessoa que você vai entrevistar. Mantenha o contato visual. Não interrompa. E faça perguntas em sequência lógica – especialmente se você está pedindo para alguém descrever um acidente.
“Stop the Nonsense” – Telespectadores querem notícia
A Audience Research & Development (AR&D)* publicou o que chamou de “a mais extensa e completa análise da história do telejornalismo, sobre o perfil dos telespectadores que assistem aos telejornais matutinos”. (Nos EUA).
O estudo aponta que os “telespectadores da manhã” estão assistindo os noticiários por mais tempo do que assistiam (cerca de 15 minutos a mais), e que querem ver mais notícias do que informações “nonsense” (cujas mensagens parecem conduzir a nenhum significado).
Um aspecto interessante: a essa hora do dia, eles não estão despertos o suficiente para se interessar por análises – apenas por fatos.
A AR&D implora que os “editores/telejornalistas matinais” evitem tolas entradas ao vivo, gafes e insignificâncias, e outras perdas de tempo.
O estudo faz uma advertência (meio óbvia) às estações que sempre repetem as mesmas chamadas ou preenchem seu (precioso) tempo com reportagens parciais e matérias que mais parecem propagandas (e sem nenhum significado): Parem com isto!
De acordo com a AR&D, não se pode subestimar a importância de quem entrega a notícia, que é de longe a principal razão, pela qual telespectadores escolhem uma estação ao invés de outra. E isto não se refere a helicópteros, bombardeios de gráficos animados ou outros belos arranjos. O que vale é o “básico” – talento.
Alguns pontos-chave e gráficos do estudo:
- Telespectadores querem manchetes – que dêem preferência para o “o que” e não ao “por que”.
- Eles querem ser alertados sobre outros problemas que possam ter que enfrentar, além de tempo e do trânsito.
- Querem saltar da cama e se deparar com informações do dia – e não com as notícias requentadas da noite anterior.
- A pesquisa também revelou que, de longe, o fator que mais conquista a audiência, é o talento – quase três vezes mais importante do que o formato, que é apontado como o segundo lugar na preferência.
O que conduz a preferência?
Talento, Formato, Conteúdo Relevante, Rápido/Informativo, Agradável/Personalizado, Previsão do Tempo, Preciso/Confiável
- Curva da exigência de conteúdo – funciona como um guia dispondo os conteúdos que são prioridade: 
- O foco está nestes elementos – O “Centro”: inclui a previsão do tempo, notícias de última hora, notícias locais, atualizações da noite, informações sobre o tráfego, grandes reportagens prévias.
- Elementos que tem certo valor - “Outras notícias”: notícias estaduais, nacionais e internacionais. Política local.
- Fique longe destas – A categoria “Vivo” inclui: novidades da comunidade/eventos de entretenimento, repórter ao vivo trazendo histórias melosas e despreocupadas, entrevistas ao vivo em estúdio.
Mas especialmente evite…
- “Misc.” – Inclui novos projetos e invenções, análises de filmes, tendências, lotérica, entrevistas ao vivo com celebridades, premiações, atualizações da internet, anúncios de aniversário ou conteúdos triviais. Estes são mortais.
Bem, o levantamento toma como base estações/telespectadores americanos – mas essas tendências bem podem se empregar à realidade nacional/estadual/local. O público brasileiro cada vez é mais exigente e mais segmentado. Está longe de ser uma massa. Os meios de comunicação não são mais de “massa”. Talvez entender o que envolve essa “mudança de panorama”, seja o primeiro passo para acompanhar as preferências da nossa audiência.
*A Audience Research & Development (AR&D) é um grupo americano que há mais de vinte anos estuda a dinâmica de mercado da teledifusão. A AR&D se denomina como a primeira companhia, cujo serviço é identificar e/ou produzir a imagens/marcas de estações televisivas.
Leitura: Silent Spring – Rachel Carson
“One way to open your eyes is to ask yourself, ‘What if I had never seen this before? What If I Knew I would never see it again?”
“Uma maneira de abrir seus olhos é perguntar a si mesmo – ‘E se eu nunca tivesse visto isto antes? E se eu soubesse que nunca verei isto novamente’?”
Rachel Carson – 1907 – 1964 – Escritora, cientista e ecologista.
Rachel Carson é considerada como a “mãe do movimento ecológico” e Autora do livro “Silent Spring”, que figura na lista dos 100 melhores livros de Jornalismo dos EUA. (Me parece que o livro não foi publicado no Brasil). . Silent Spring marcou o início da revolução ecológica nos Estados Unidos, trazendo uma série de advertências sobre o meio ambiente. A obra é considerada uma das mais importantes do século XX (ocupa quinta posição na lista do NYTimes.
You Tube: Terror do Telejornalismo
Hora da diversão.
Erros, gafes e saias justas, que deveriam ficar guardadas a sete chaves, foram eternizadas, na internet, disponíveis para quantas vezes o público quiser xeretar. O YouTube, reúne uma coleção de pérolas da televisão. Ninguém escapa dos vexames: nem mesmo o padrão global de qualidade. Uma seleção de vídeos que certamente os envolvidos adorariam que tivesse sumido da face da terra:
- Lillian Wite Fibe tendo um ataque de risos no site de notícias Terra:
- Wiliam Bonner dizendo “boa noite” no meio do Jornal Nacional;
- Tino Marcos caindo em cima de um grupo de pessoas na Copa da Alemanha:
Globo Notícias:
- Márcio Gomes tentando falar com a repórter Veruska Donato no Globo Notícia e os dois começando a falar ao mesmo tempo. Ele se desculpando pelos problemas técnicos e ela fornecendo a informação que deveria ter dado antes;
- A repórter Délis Ortiz informa no Globo Notícia, ao vivo, sobre uma votação e o presidente da Câmara, ao fundo, cita os políticos presentes. Ao ouvir o nome de Josias Gomes (PT-BA), Délis interrompe a fala, vira-se e pergunta a alguém: “Josias Gomes? Esse cara taí?” Ela esqueceu que estava ao vivo. (alguns dizem que esse foi montagem – Délis estaria ensaiando para entrar no ar)
Janine Borba ri quando noticia um crime:
Jornalista demitida por falar a verdade: Salete Ramos (Acredito que todo jornalista já sonhou em protagonizar uma cena como essa, mas não teve coragem):
Bizarra – Jornalista americana é pêga de surpresa por um verdadeiro ato de vandalismo ao vivo (Lhilária)
Record investe R$ 100 milhões em portal de notícias
A Record anunciou o investimento de R$ 100 milhões no R7, novo portal de notícias da emissora, que será lançado no próximo dia 27/09 e contará com uma equipe de 300 profissionais, dos quais 150 são jornalistas. O portal será alimentado com conteúdo exclusivo, produzido pelas equipes de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, além de vídeos e reportagens produzidas para outros programas da emissora. A equipe do R7 garante que o portal terá um diferencial, um formato inédito de interação entre web e TV. “A internet irá interferir nos programas da Record, que irão retroalimentar o site. A forma como essas plataformas vão interagir será inovadora. E faremos isso com muito mais agilidade que a concorrência”, afirma Antonio Guerreiro, diretor de conteúdo do portal, que ressalta que a página terá outras ferramentas de interação com o internauta, como área para comentários, votações, enquetes, fóruns, além da possibilidade de envio de vídeos. A Record confirmou a contratação da jornalista Rosana Hermann para a direção de Criação e Produto do R7. Com passagens pela TV Bandeirantes, TV Globo, Rede Record, SBT, Jovem Pan e Rede Manchete, Rosana também é conhecida por seu blog pessoal, o Querido Leitor, que recebeu o prêmio BOBs Awards concedido pela Deutsche Welle como o melhor Blog de Língua Portuguesa. Outros nomes confirmados como blogueiros do novo portal são Ana Hickmann, André Forastieri, Ana Paula Padrão, Celso Freitas, Britto Jr., Carlinhos e Vinicius (Mendigo e Glu Glu), Cosme Rimoli, Cris Flores, Dado Dolabella, Daniel Castro, Edu Guedes, Eduardo Marini, Fabiola Reipert, Geraldo Luis, Luciano Szafir, Marcilio Moraes, Mylena Ciribelli, Oscar Schmidt, Rodrigo Faro, Rosana Hermann, Rubens Ewald Filho, Sophia Camargo, Theo Becker, além de repórteres e correspondentes da Record.
Fonte: Comunique-se.
-
Arquivos
- fevereiro 2011 (1)
- dezembro 2010 (1)
- julho 2010 (4)
- junho 2010 (2)
- maio 2010 (3)
- abril 2010 (12)
- março 2010 (14)
- janeiro 2010 (3)
- novembro 2009 (7)
- outubro 2009 (36)
- setembro 2009 (23)
- agosto 2009 (29)
-
Categorias
- Ética
- Bibliografia
- Blogs
- Carreira
- Cinema
- Cobertura Especial
- Comunicação
- Diário de uma Repórter
- Figurino
- Internacional
- Internet
- Jornalismo
- Jornalismo Esportivo
- Jornalismo Gráfico
- Jornalismo Internacional
- Jornalismo Local
- Jornalismo Paraibano
- Leitura
- Mídia Americana
- Mídia Eletrônica
- Multimídia
- On Air
- Pesquisa
- Prêmio
- Produção de TV
- Redação
- Telejornalismo
- Televisão
- Texto
- Uncategorized
- Vídeo
- Web
-
RSS
RSS Entradas
RSS Comentários








