Perfil
Telemultimídia enfoca as plataformas que convergem e exploram linguagens – texto e imagem. Traz os percursos do olhar; os enigmas e símbolos que transbordam – na busca pela retrato da realidade – em simbiose com o som, a letra e a visualidade. O blog é produzido pela repórter e editora de TV, Clara Torres.

“A sociedade da informação só pode existir sob a condição de troca sem barreiras. Ela é incompatível com o embargo ou com a prática do segredo, com as desigualdades do acesso à informação e sua transformação em mercadoria.”
- Norbert Wiener -
“O jornalismo precisa mudar a estrutura do seu DNA. São os estudantes de hoje, profissionais de amanhã, forjados no mundo digital que irão promover a revolução nessa profissão. A lógica do broadcast, na qual poucos falavam com muitos e sem interação, está ultrapassada. O novo jornalismo deve entender que o mundo precisa de conversas bidirecionais e nada melhor do que os recursos digitais, da internet e da TV interativa.”
- Manoel Fernandes-
“Diga antes e objetivamente e eles vão lê-lo; claramente e eles vão apreciá-lo; atraentemente e eles vão lembrá-lo; mas, acima de tudo, diga com exatidão e eles vão ser guiados pela sua luz”.
- Joseph Pulitzer –
3 Comentários »
Deixe uma resposta
-
Arquivos
- fevereiro 2011 (1)
- dezembro 2010 (1)
- julho 2010 (4)
- junho 2010 (2)
- maio 2010 (3)
- abril 2010 (12)
- março 2010 (14)
- janeiro 2010 (3)
- novembro 2009 (7)
- outubro 2009 (36)
- setembro 2009 (23)
- agosto 2009 (29)
-
Categorias
- Ética
- Bibliografia
- Blogs
- Carreira
- Cinema
- Cobertura Especial
- Comunicação
- Diário de uma Repórter
- Figurino
- Internacional
- Internet
- Jornalismo
- Jornalismo Esportivo
- Jornalismo Gráfico
- Jornalismo Internacional
- Jornalismo Local
- Jornalismo Paraibano
- Leitura
- Mídia Americana
- Mídia Eletrônica
- Multimídia
- On Air
- Pesquisa
- Prêmio
- Produção de TV
- Redação
- Telejornalismo
- Televisão
- Texto
- Uncategorized
- Vídeo
- Web
-
RSS
RSS Entradas
RSS Comentários

Muito bom, Clara.Como tudo que você faz…
Muito bom teu blog Clara.
“Jornalismo é o fio que conecta a sociedade com a própria sociedade” (Fernando Duarte)
Posso dizer que os primeiros passos de uma criança, o primeiro beijo, assim como o primeiro discurso marcam para sempre, por isso a importância da informação para construção de uma sociedade tem por obrigação, ser espelho dos fatos relatados?
O despertar em relação a esse assunto leva-nos a um pensamento notório entre a diferença do crescimento da informação para a eficácia do conhecimento adquirido pela forma literal do ensino, o que nos remete a essa disputa de conhecimento, por um lado temos os meios de informação diretamente ligados nos abastecendo de conhecimentos mediáticos pelos canais que geram essas informações a uma velocidade que nem sempre dá tempo de processá-las, uma troca constante de veracidade entre essas informações geram dúvidas sobre a origem da verdade em relação aos fatos. Por outro lado os conceitos e métodos de aprendizagem que nos traziam o conhecimento no sentido próprio da palavra eram destacados pela qualidade de memorização e da exposição direta no conhecimento do assunto, esse conhecimento se dava pela longa e até exaustiva pesquisa do assunto explorado de uma forma crescente, isso era valorizado porque trazia o assunto num todo. Essa discussão nos faz pensar sobre o valor da informação, a disponibilidade dos meios digitais ao mesmo tempo em que trouxe velocidade da informação também veio acompanhada com a discriminação por meio daqueles que se dedicaram anos a fio em um aprendizado contínuo por meios de livros, educadores e até elaboração de processos que aumentavam o conhecimento obtido na sua fundação original. Os próprios educadores, professores de um modo geral foram obrigados a se reciclarem para entender e alcançar a velocidade da informação de hoje em dia, principalmente porque são obrigados a ensinarem dez assuntos no tempo em que ensinavam somente um, e a mais séria crítica em relação a essas mudanças se dão por conta da destruição direta da essência dos fatos como realmente são, por conta de um mercado apressado que exige ao máximo em um menor tempo possível. A pergunta é; essa velocidade está difundindo o conhecimento ou eliminando o real conhecimento dos fatos? Sabemos que a cópia nunca será igual o original. “Se faço ficção, posso inventar o que quiser. Se faço jornalismo, não posso. Devo ater-me aos fatos”